quarta-feira, 10 de agosto de 2016

A conquista Islâmica no Ocidente por meio da Jihad e do declínio da família ocidental

Existe uma guerra silenciosa da qual poucos se importam mas que está diretamente relacionada ao caos vivido pela Europa



   Em menos de 20 dias após o ataque de terroristas islâmicos em Nice na França, outra vez o grupo radical EI volta a atacar na Europa, desta vez,  a vítima foi um sacerdote católico, que após um ataque com captura de reféns numa igreja na Normandia, foi cruelmente degolado pelos militantes mulçumanos [1]. Independentemente de se tratar de um religioso ou não, é fato constatado que o grupo continuará espalhando mortes por todo o continente, e já havíamos alertado para isso num outro post publicado neste blog recentemente tratando da relação entre os recentes acontecimentos e a problemática demográfica européia.
    As primeiras evangelizações cristãs pelo mundo que acabaram por converter um grande número de pessoas deram-se à partir da verdade e da sublimidade contidas na Boa-Nova anunciada por Cristo. A força do evangelho foi tão grande que séculos depois, o cristianismo, apesar das inúmeras perseguições que se irrompiam, conseguiu converter um grande número de fiéis, especialmente após a liberdade de culto oferecida aos mesmos. O que se percebe hoje é uma forma de conquista religiosa totalmente avessa ao que se observou nos primórdios do cristianismo. De um lado, o contexto atual de declínio familiar contribui para o crescimento das famílias maometanas e no médio prazo, diante desta tendência se tornará a prevalecente no continente, por outro lado, de modo imediato, a guerra promovida, sem reação os tornará preponderantes em um intervalo de tempo menor ainda. 
   O fato em tela, demonstra os efeitos negativos promovidos pela renúncia dos países europeus em favorecer à Cultura da Vida. A invasão islâmica ao Ocidente se dá num momento crucial no qual se vislumbra o declínio da família ocidental, elemento este tão necessário para manter a paz naquela nação, ao menos no presente contexto.  As autoridades diante de tal afronta, não fazem mais que lamentar ante a situação que vem se tornando frequente naquela terra. A morte do Padre Hamel denuncia de  forma profética, mas silenciosa o caos promovido em grande parte pela cultura "politicamente correta" que hoje se vislumbra na sociedade Ocidental.
   Já não restam dúvidas que à continuar deste modo, não restará aos países da Europa senão curvarem-se diante do Islã, porém, não por meio da guerra apesar dos ataques cada vez mais recorrentes, nem sequer pela livre adesão à espontânea, como ocorrera nos primórdios do cristianismo, mas sua principal arma, trata-se justamente da omissão e negligência da sociedade ocidental em promover meios para a geração da vida em detrimento daqueles que  produzem a morte. Que Deus nos ajude a vencer essa guerra silenciosa pela família.

REFERÊNCIAS
1.http://brasil.elpais.com/brasil/2016/07/26/internacional/1469523416_957859.html
2.

terça-feira, 2 de agosto de 2016

Casa de padre Pró-Vida é pichada com palavras de Ordem em Niterói. Ou: As mazelas históricas do Comunismo

A verdadeira hipocrisia daqueles que acusam de "fascistas" os defensores da vida

Pe. José Eduardo alerta sobre
pichação com palavras de ordem 
em casa de Padre em Niterói-RJ

    Estamos realmente enfrentando uma luta verdadeira contra as forças do mal espalhadas pela terra [1]. Em menos de duas semanas após o atentando em Nice na França, recebemos a triste notícia de um sacerdote da cidade da Normandia brutalmente assassinado por extremistas islâmicos na onda de terror que este grupo vem disseminando por todo aquele continente. Por outro lado, já ficou bem claro em outra publicação aqui neste blog, que toda a problemática enfrentada pela França surgiu há muitos anos, quando fez sua opção pela chamada "Cultura da Morte", que só vem ganhando força graças à secularização lá praticada. Aqui no Brasil, os inimigos da Igreja seguem com força tentando persuadir as mentes mais incautas à aderir a esta cultura de desprezo à vida e à família promovendo pilar decadente que produziu os efeitos hoje enfrentados pelos europeus.
   Impressiona que os militantes da esquerda acusem os defensores da vida de "fascistas" sendo que os mesmos ao longo de sua história, ludibriados pela ilusão utópica encadeada por Karl Marx, foram responsáveis por tremendas atrocidades que massacraram no passado os mesmos grupos que hoje aderem de forma alienada à luta em prol da implantação deste sistema comprovadamente fracassado. O que dizer de tragédias como a de Homolodor na Ucrânia quando a ditadura comunista de Stalin na União Soviética provocou um verdadeiro genocídio comparável àqueles promovidos pelo nazismo em relação aos judeus [2]. 
   Não bastasse o gigantesco circo de horror promovido pelos ditadores comunistas nos locais onde sua propaganda mentirosa alcançou adeptos suficientes para disseminar esta loucura em determinado território, ainda promovem outros atos tão cruéis quanto os citados anteriormente ao militar em favor do assassínio indiscriminado de inocentes pelo falso pretexto de respeito aos "direitos" ou "saúde reprodutiva" das mães por meio do aborto. 
   O caso de desrespeito ao padre Anderson Batista, retrata vergonhosamente a força que uma mentira exerce sobre um grupo de pessoas. Este tipo de manifesto, apesar de alguns considerarem como "insignificante" poderá tornar-se mais frequente, e à medida que este movimento ganhe força e adeptos, maiores serão os riscos de atentados mais profundos contra a vida humana além daqueles que já são defendidos por estes grupos. Bem sabemos que estes que  "soldados vermelhos" estão sendo moldados aos poucos em nossas universidades cada vez mais fortalecidas pelo materialismo comunista. Que Deus nos ajude a vencer essa difícil batalha espiritual.

REFERÊNCIAS
1. Carta de São Paulo aos Efésios 6,12
2. http://historiadomundo.uol.com.br/idade-contemporanea/holodomor.htm

quarta-feira, 27 de julho de 2016

A inversão de valores que já ganhou espaço em nossas vidas

Aos poucos, fomos deixando brechas para que os contravalores adentrassem nossos lares, e hoje eles já fazem parte do nosso quotidiano


   Gradativamente, nossa sociedade vai alargando as fronteiras do que antes poderia ser considerado inadmissível para abranger um número cada vez maior de contravalores que há tempos não muito distantes, seriam tratados como fatos impensáveis. Se antes, levar um filho à Igreja, era considerado um ato virtuoso, hoje, pode ser tratado como uma afronta completa aos "direitos humanos" [1]. Este e outros fatos demonstram o grau da decadência a que caminha todos os dias nossa sociedade.
   Se no passado, a escola era um meio para aquisição de valores, sendo respeitada a autoridade dos pais em consonância com os objetivos daquela, em nossos dias, a autoridade do professor deve-se sobrepor a dois pais, de tal modo que a escola, passou à ser um local, até mesmo, para discussão de assuntos que não dizem respeito a sua função, entre as quais destaca-se a sexualidade. O que se dizer então sobre o caso mais receente, em que se vislumbra a completa falta de respeito das telenovelas exibindo uma relação sexual entre dois homens, em canal aberto? Como hoje aceitamos essas ações com a maior naturalidade em sem nível de contestação? Para entender o alcance desta mudança em nossos dias, devemos voltar ao passado e compreender a origem desta ascensão de contravalores em nosso dia a dia.
   Toda esta problemática que enfrentamos, tiveram de alguma forma ou outra, relação com a nossa cessão em pequenos aspectos, ou como tantas vezes, pela negligência a algum fato por pensar que ele não prevalecerá, já que se trata algo pequeno demais para combatermos. Já dizia um grande Santo, São Josemaria Escrivá que: "erraste o caminho se desprezas as coisas pequenas" [2], e realmente essa afirmação ecoa de modo profundo no atual contexto social, pois foi justamente por não darmos importância às "pequenas coisas", que percebemos o tamanho do mal que assola nossas famílias todos os dias.
   Quando começaram à tratar de temas desrespeitosos nos meios de comunicação, pouca importância demos, ou fomos até mesmo coniventes com as cenas escandalosas, pois os programas televisivos somente podem ser sustentados pela audiência da população. Quantos não são os cristãos que aceitam como algo normal a presença de cenas picantes que adentram as suas casas diariamente por meio destes gêneros de apresentação? Se soubessem o quanto isso prejudica a família e se impõe como uma forma acessória de propagação ideológica, jamais seriam tão permissivos.
   Os programas explícitos continuarão fazendo parte do quotidiano, e serão cada vez piores,no entanto, cabe à nós decidir o que entra ou não em  nossas casas, pois ainda há liberdade capaz de nos oferecer essa decisão. Que sejamos firmes e taxativos na decisão de jamais abrir a porta para este e outros males que buscam o fim de nossas famílias. 

REFERÊNCIA
1.https://augustobezerra.wordpress.com/2016/07/02/onu-lobby-anticristao/
2.O Caminho, 803, São José Maria Escrivá 

quarta-feira, 20 de julho de 2016

Para entender os últimos acontecimentos na Europa

De que modo a opção da Europa pela Cultura da Morte influencia os acontecimentos hoje presentes no continente

  
   Novamente, os holofotes da mídia internacional voltam-se à França diante de outro um ato de intolerância que deixa novamente a população européia, em especial a francesa, em alerta. Já postamos dois artigos aqui neste blog tratando da problemática original que gerou por consequência os eventos hoje presenciados. A mídia internacional, infelizmente, em virtude da cultura prevalecente em nossa sociedade sequer consegue se dar conta que os acontecimentos sangrentos que hoje devastam a Europa, tiveram origem em decisões mais remotas das quais são indispensáveis para analisar o contexto presente.
   A origem do problema enfrentado hoje pelas nações europeias, mais de modo especial pela França, deve-se sobretudo a fatores de origem demográfica. Sabe-se que França é hoje, o país europeu com uma das maiores concentrações de ilsâmicos em números proporcionais, de modo que cerca de 7,5% de sua população é mulçumana, além disso, em números absolutos, a França lidera juntamente com a Alemanha, o ranking de islâmicos na Europa, com 4,71 milhões de habitantes mulçumanos declarados, o que para se ter uma idéia da magnitude, seria o mesmo que considerar toda a população do Estado do Espírito Santo, como de religião islâmica. Constata-se ainda pelos dados demográficos que a França responde por quase 1/4 (23%) da população islâmica européia. Alguns dados mais recentes ainda estimam que em 2030, a população islâmica na Europa chegará ao número de 58 milhões, ou seja, o equivalente aos Estados do Rio de Janeiro e São Paulo juntos.

O mapa acima demonstra a proporção de islâmicos
em relação aos demais, em cada país da Europa 

   Com toda a certeza, em poucos anos a Europa se tornará um continente predominantemente islâmico, porém, não o será em virtude da "conversão" livre da população ao Islã, mas pelo crescimento abrupto das famílias maometanas comparativamente às europeias. Os problemas que hoje atingem a França e outros países da Europa, se devem justamente ao impacto frontal entre culturas diversas que convivem em um mesmo plano territorial. A transição atualmente presente no continente, é também, consequência de políticas em prol da redução das famílias e secularização desta. Percebe-se por exemplo, pelo mapa abaixo, que com exceção da ilha de Malta, predominantemente Cristã Tradicional, nos demais países da Europa, o aborto é permitido. No que concernem as relações homoafetivas, os europeus estão entre os pioneiros, e alargam suas fronteiras para cada vez mais permitir a união entre pessoas do mesmo sexo [1]. 

No mapa acima, a Ilha de Malta, com maioria Cristã, foi
o único país europeu a não legalizar o aborto 
em nenhuma circunstância. 

   Há que unir-se ainda os fatores anteriormente descritos, à educação sexual precoce nas escolas europeias, que sequer permitem a manifestação contrária por parte dos pais [2], dos quais pode-se constatar claramente que o chamado "choque cultural" presenciado hoje pela França deve-se sobretudo à questões demográficas, que com toda a certeza, num período não muito distante, farão honrar cada vez mais o título de "Velho Mundo" dado continente [3] tendo em vista a redução abrupta nos últimos anos do número de nascimentos que continuará seguindo a mesma tendência ascendente. 
   Imaginemos então o choque entre duas culturas eminentemente diversas. Uma cada vez mais secularizada e a outra, mais fortemente arraigada em costumes religiosos que não permitem conviver com outras, em um mesmo território! Com toda a certeza, é previsível com base nessas informações que enquanto esta transição persistir, novos ataques deverão ocorrer, até que uma das culturas predomine em relação à outra. Infelizmente, permanece o alerta à todos nós latino-americanos que ainda temos condições de nos antecipar e reverter a situação para que nosso continente não chegue à situação atualmente enfrentada os europeus, uma vez  já apontam as estatísticas já apontam para uma condição irreversível [4], de modo que o final desta transição, será a islamização total da Europa, quer pela redução de famílias, quer infelizmente, pela espada, como temos visto nos últimos tempos.

REFERÊNCIAS
1.http://g1.globo.com/mundo/noticia/2015/06/veja-lista-de-paises-que-ja-legalizaram-o-casamento-gay.html
2.https://padrepauloricardo.org/blog/pais-sao-presos-por-nao-aceitarem-ideologia-de-genero
3. http://mundoeducacao.bol.uol.com.br/geografia/envelhecimento-demografico-europa.htm
4. http://infielatento.blogspot.com.br/2013/01/islamizacao-da-europa-pode-o-mesmo.html

terça-feira, 12 de julho de 2016

Descubra a ameaça oculta por detrás da Base Nacional Curricular Comum

   
   Enquanto muitos ainda comemoram a incipiente vitória das famílias brasileiras no que se refere à exclusão das terminologias "gênero" e "orientação sexual" dos planos estaduais e municipais de educação, eis que surge mais uma ameaça à educação brasileira. Desta vez, para se estabelecer uma imposição definitiva sobre o sistema educacional, que terá como centro não mais as decisões do povo soberano por meio dos seus representantes eleitos legitimamente, mas o próprio poder executivo, sem relação com os demais poderes, assim, pretende-se implantar no Brasil uma base única na Educação. Esta ação, sem sobre de dúvidas será o assalto final às famílias.
   Se no ano passado, a população brasileira, acordou a tempo e percebeu a ameaça por detrás da inclusão da Ideologia de Gênero nos planos municipais e estaduais de educação (apesar da recusa unânime da população, que era favorável à exclusão desta terminologia dos planos citados), neste ano, parecem ainda estar adormecidos frente a esta nova estratégia cuidadosamente elaborada, e que se for levada ao fim, não permitirá sequer contestação ou mudanças. Trata-se de uma verdadeira afronta à liberdade das famílias,e à maioria da população, que preza pelo respeito às suas decisões, principalmente no que concerne à educação das crianças. 
   A Base Nacional Curricular Comum, tem como principal pilar, o estabelecimento de um sistema unificado e padrão na educação para todo o país. Com o estabelecimento da Base, os Estados e Municípios perderão autonomia, e o regime de colaboração constante no artigo 211 da CF, bem como o art. 8º da Lei de Diretrizes Básicas da Educação (LDB), serão praticamente inviabilizados tendo em vista que a definição das diretrizes virá do Governo Central. Em que pesem os fatos até aqui expostos, que já são de impressionar, há que se ressaltar o documento que apresenta os conteúdos da BNCC, traz algumas expressões bastante duvidosas, que levantam mais uma vez a questão de Gênero, assentada sobre outras matérias curriculares como a biologia [1], o que por si só, já se mostra incompatível. Além disso, no eixo relacionado ao Ensino Religioso, pretende-se dialogar este assunto com questões atinentes à sexualidade e gênero [2]. Para se ter uma ideia das propostas estapafúrdias do Governo Central no âmbito da educação, poucos meses atrás, no Portal do Professor do MEC, se propunha a sexualização de crianças de 7 a 10 anos [3]. Agora, imagine-se o potencial de destruição através da instrumentalização da Educação controlada pelo Governo.
   O que causa espanto, mais uma vez, é audácia dos gestores em procurarem meios de burlar a opinião da maioria da população, através da instrumentalização permanente da educação para os fins desejados destes. Com a aprovação da Base Curricular, a educação deixará de ser um meio para aquisição e disseminação de conhecimentos, tal como deveria ser a sua função, e passará a ser um instrumento que poderá ser aproveitado para manipulação deliberada das massas conforme a filosofia do gestor. Fiquemos portanto atentos às manobras que estão sendo utilizadas, e denunciemos sempre com coragem, as imposições que pretendem se sobrepor aos anseios da maior parcela da população, que preza pelo respeito à vida e à família.

REFERÊNCIA
1.Base Nacional Curricular Comum, p.647
2.Base Nacional Curricular Comum, p.324
3.http://ocatequista.com.br/archives/17247

segunda-feira, 6 de junho de 2016

Um mundo sem Deus

    
  
  Ao contrário do que muitos pensam, a guerra em favor da laicização (que está mais para "ateização") do Estado tem como fim último, mais do que a mera exclusão do pensamento religioso ou sua influência sobre os rumos da Sociedade. Antes de tudo, seus proponentes, que já excluíram Deus de suas vidas, ou à melhor maneira da filosofia de Nietzche:  declararam a morte de Deus para si, buscam através de uma luta ferrenha, derrubar qualquer presença, por mínima que seja, da religião na condução política, inclusive daqueles que tem concepções particulares de cunho religioso, e foram eleitos legitimamente pelo povo. Mas até que ponto a exclusão total da religião na sociedade, bem como na condução política pode influenciar nossas vidas?
   Num mundo que se afasta cada vez mais dos princípios básicos da dignidade humana,  que apesar de tantas críticas, sabe-se que foi basilar e precípuo na fundação da Sociedade Ocidental, deixando um legado importantíssimo que aos poucos vai se dilapidado, não é de se causar estranheza tamanha labuta pela exclusão completa da religião sobre a condução política da sociedade. Crer em Deus, significa antes de tudo, se submeter à sua vontade, e fazer tudo o que for do agrado Dele. Não há nada mais difícil que ser obediente nos dias atuais em que se alastra pelo mundo, uma cultura de completa anarquia.
   Um mundo sem Deus, é também um mundo sem a necessidade de se respeitar a lei natural e os limites das consequências de nosso atos. Se não há Deus, por que razão devo pensar antes de matar ou odiar alguém? Que motivo há em respeitar uma vida, quando eu posso destruí-la através do aborto? Não preciso me casar nem sequer me preocupar em ter filhos e quiçá educá-los!Enfim, sem Deus eu posso fazer o que quiser, então não há razões para que a sociedade siga os preceitos da lei que tem fundamento na religião. No entanto, os que assim afirmam, esqueceram que as raízes da religião Cristã foram responsáveis justamente pela manutenção e disseminação da concepção de dignidade da vida humana sobre os sistemas legais do Mundo Ocidental.
   Perceba o alcance de cada um dos itens anteriormente citados e a correspondência com as lutas daqueles que postulam pela separação extrema entre religião e o Estado. Quando se abolirem leis que tratem o aborto como ilegal por exemplo, as pessoas poderão ter relações abertas e independentes das consequências naturais da sua sexualidade, de modo que se "acidentalmente" ocorrer uma gravidez da relação, basta abortar, afinal o fim daquela relação era satisfazer a necessidade e não um filho. Neste caso específico, a satisfação momentânea, e o "Direito sexual e reprodutivo" da mulher deve prevalecer sobre a vida daquele que foi gerado. Se a relação sexual serve apenas como objeto de satisfação, então as pessoas fazem um acordo mútuo de se utilizarem como objeto durante um determinado período, mesmo ainda que muitas vezes isto signifique contrariar a sua composição biológica, afinal, se não creio que Deus me criou, que motivo há em respeitar a ordem se existe a possibilidade de me relacionar com quem quiser, ou até mesmo, com qualquer criatura que existe. No âmbito particular de cada ser humano, isso com toda a certeza não deve ser motivo para repressão, no entanto, quando se trata de impor estes preceitos aos demais através de teorias absurdas como a de Gênero, não devemos nos calar, uma vez que tal imposição, requer a substituição dos preceitos prevalecentes na sociedade, como a educação dos pais, em detrimento da difusão de uma teoria confusa, em nome do respeito à opção sexual. 
   É fato consumado que nossa civilização foi construída sobre os pilares da religião Cristã, e até mesmo os sistemas legais vigentes até pouco tempo, respeitavam os fundamentos da fé, como o Direito à Vida e o respeito aos semelhantes, bem como o reconhecimento da família como origem e fundamento ao desenvolvimento da sociedade, afinal, o homem necessita dos seus semelhantes para poder viver, e portanto, se a vida comum não se desenvolve mais, a sociedade entra em colapso. Não queremos impor nossa religião sobre as leis que regem a sociedade, no entanto, é importante reconhecer que as bases constitutivas de nossa sociedade contemporânea tiveram de alguma forma, sua raiz no Direito Natural, estabelecido juntamente com a religião, e portanto, cada vez que a sociedade se afasta destes preceitos, mais relativizada a vida e sua dignidade o serão. O alcance da luta pelo fim da religião e sua influência sobre o Estado, vai muito além de uma liberdade individual, mas perpassa uma verdadeira imposição que contraria a maioria.

segunda-feira, 4 de abril de 2016

Atenção!!!Mais uma armadilha ardilosa se levanta para tentar legalizar o aborto no Brasil

Novo Projeto “Cavalo de Tróia” entra em debate no Congresso Nacional


   Novamente o povo brasileiro assiste atônito a mais uma tentativa ardilosa de grupos radicais de esquerda que buscam a todo custo, contrariando a maioria da população nacional, prover meios para instrumentalizar a liberação completa do aborto no Brasil. Desta vez trata-se do PRC 107/2015, que é na verdade, uma edição mais avançada da famigerada lei Cavalo de Tróia (PL 12.845/2013), que tem por objetivo principal, a criação de uma Comissão para “Defesa dos Direitos das Mulheres”, mas que no fundo, trata-se de uma armadilha para avançar a completa liberação do aborto em nosso país.
   Estamos diante de um uma nova ofensiva da cultura da morte para a definitiva legalização do aborto no Brasil. Trata-se agora da criação de uma Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres (PRC107/2015) que tem por finalidade ser um braço de agendas internacionais e do lobby feminista que militam pela legalização do aborto no mundo. 
   Desde 1996, as Comissões de Direitos Humanos da ONU tem elaborado uma estratégia para reinterpretar os tratados de direitos humanos assinados pelas nações membros, como contendo implicitamente o direito ao aborto. A ideia que estes afirmam e de que todo ser humano tem direito à vida, quando uma mulher se submete a um aborto clandestino está arriscando a própria vida e, portanto, teria o direito a um aborto seguro, sendo obrigação do Estado prove-lo através do sistema de saúde público.
   Felizmente a Comissão de Seguridade Social e Família, que tem a função de analisar todos os projetos de lei relacionados as mulheres, tem feito ecoar a voz da grande maioria do povo brasileiro, que e contra a legalização do aborto e por isso na tentativa anti democrática de calar a voz do povo brasileiro e dar as convenções internacionais o poder de intervir sobre as leis do nosso pais, esta nova Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres (PRC107/2015) exigira a legalização do aborto sem que ele precise passar por analise da Comissão de Seguridade Social e Família, e fara isso alegando :
"DA APLICAÇÃO DOS ACORDOS E DAS
CONVENÇÕES NACIONAIS E INTERNACIONAIS
RELACIONADOS COM OS DIREITOS DAS
MULHERES".
   Portanto, nesse momento, e de fundamental importância que entremos em contato com os parlamentares e nos manifestemos. Deixemos claro que, se essa Comissão de Defesa dos Direitos das Mulheres (PRC107/2015) for criada, será com o claro intuito de legalizar o aborto, trata-se de uma manobra política engendrada por parte de grupos feministas, organizações internacionais e de uma minoria política envolvida com a agenda pro-aborto no Brasil. 
    Esperamos que mais esse assalto ao nosso pais não seja bem-sucedido e por isso contamos com a participação de todos.

O que podemos fazer?
   Entrar em contato com o presidente da Câmara e lideranças, via e-mail, e principalmente através de contato telefônico, para que votem contra a criação desta Comissão que não é uma homenagem, mas um presente de grego para as mulheres brasileiras, apontando cada um com suas próprias palavras, a armadilha presente nesta proposição.
Segue abaixo os contatos das lideranças

TODOS OS CORREIOS DAS LIDERANÇAS:

lid.pmdb@camara.leg.br; lid.psdb@camara.leg.br;
lid.pp@camara.leg.br; lid.pr@camara.leg.br;
lid.psb@camara.leg.br; lid.psd@camara.leg.br;
lid.ptb@camara.leg.br; lid.dem@camara.leg.br;
lid.prb@camara.leg.br; lid.pmb@camara.leg.br;
lid.pdt@camara.leg.br; lid.solidariedade@camara.leg.br;
lid.psc@camara.leg.br; lid.pros@camara.leg.br;
lid.pv@camara.leg.br; lid.phs@camara.leg.br;


PARA SABER MAIS LER OS SEGUINTES ARQUIVOS
http://www.votopelavida.com/assaltodestruicao.pdf
http://www.votopelavida.com/defesavidabrasil.pdf