sexta-feira, 8 de maio de 2015

Doutrinação ideológica na Educação brasileira – Da invasão do Marxismo à Perseguição nas Universidades


    O Marxismo chamado “Ocidental”, encontrou na Educação um campo fértil para a disseminação da sua nefasta ideologia. Muitos pais, sequer dão-se conta da necessidade de investigar os temas e conteúdos que estão sendo tratados nas escolas, aliás, a maioria acredita que deixando seus filhos mais tempo no colégio, eles se tornarão pessoas melhores. Infelizmente, poucos ainda sabem, mas as escolas (principalmente as públicas), tornaram-se mais um meio de doutrinação esquerdista, que avança de maneira tão rápida que já alcançou estabelecimentos educacionais de cunho confessional (Católicas e Evangélicas). As Universidades já foram tomadas há muito tempo por docentes marxistas, graças ao impulso inicial dado pela estratégia ideológica do Sociólogo comunista Antônio Gramsci, e são hoje, a forma mais visível de doutrinação, porém, ainda que alguns não consigam reconhecer, ela já penetrou outros graus de escolaridade chegando até mesmo ao nível de escolarização inicial.
    Qualquer ação encabeçada para inserção da ideologia marxista nos dias de hoje, se orienta pela destruição dos valores hegemônicos da sociedade. Se antes, Marx pregava a luta de classes e uma revolução iminente e inevitável para a instalação do Socialismo (Socialismo Ortodoxo), hoje através das lições de Gramsci, ficou comprovado que nenhuma revolução obterá resultados se ela não for trabalhada através das ideias (Socialismo heterodoxo). Os adeptos deste último, notaram que seria necessário acabar com os pilares remanescentes que ainda impedem o desenvolvimento do pensamento Marxista: o Direito Romano, a Filosofia Grega e a cultura judaco-cristã. Note-se que estes três pilares encontram seu lugar principalmente no sistema educacional, por esse motivo, os socialistas heterodoxos encontraram neste, a base para a implementação ideológica do Socialismo no mundo, tal como prescreviam os precursores da chamada escola de Frankfurt(1). Inicia-se então, a tomada do sistema educacional começando pelas Universidades.
    No Brasil, não foi diferente. Todo o trabalho de infiltração na Educação, deu-se principalmente durante o período de industrialização, no qual se observa um profundo crescimento de entidades sindicais das mais diversas áreas, invadidas pelas ideologias de esquerda, com a adesão de grande parte de trabalhadores do recém-fundado Partido Comunista Brasileiro (PCB)(2). As escolas não ficaram imunes a essa ideologia, visto que na década de 1930 começam a surgir as primeiras diretrizes que vão fundamentar a educação pública brasileira nos anos seguintes. O principal destaque do período é o surgimento do Manifesto dos Pioneiros da Educação Nova, um documento assinado por 26 pensadores que propunham um novo modelo educacional para o país, baseado nos princípios da estatização, gratuidade e laicidade(3). Este e outros manifestos criaram uma atmosfera ampla no pensamento dos condutores da política escolar, o que por consequência acabou escancarando as portas para a introdução da ideologia Marxista no Sistema.
    Nos anos 60, ante a expectativa de uma intervenção militar, em resposta ao fortalecimento de um braço armado da esquerda(4), muitos ideólogos comunistas passam a montar diversas estratégias visando mudanças no pensamento prevalecente, a fim de se incutir seus ideais em campos específicos, o mais proeminente destes foi a Universidade. Nos dias de hoje, sem dúvida, essa destruição dos pilares alcançou até mesmo os níveis iniciais de instrução com cartilhas que estimulam a sexualidade desregrada de crianças até 10 anos de idade(5). Uma série de professores (principalmente da área de história), estão sendo fortemente doutrinados para disseminar o Socialismo e o ataque aos valores cristãos dentro das escolas, eu mesmo sofri quando ingressei há 10 anos atrás, num curso preparatório para o vestibular, mas somente depois de 8 anos descobri que tudo tratava-se de uma imposição ideológica promovida pela instituição.
    Parece que a cada ano que passa a estratégia Marxista torna-se ainda mais voraz. Um dos casos mais alarmantes dos últimos tempos em nosso país, foi a decapitação simbólica do Papa Bento XVI em uma Universidade Católica (PUC-SP), este fato foi tão aclamado nas redes sociais católicas que até mesmo alguns alunos abriram o coração e denunciaram a perseguição que sofrem. Alguns inclusive, estão sendo impedidos de rezar ou manifestar abertamente a sua fé(6). E a doutrinação não se limita somente ao Ensino Fundamental e Universidades, vide as últimas provas do Enem, onde se observa expressamente a tentativa de doutrinar os alunos com questões de apoio à ideologia de fênero, feminismo, revolução sexual e ataques gratuitos contra os dogmas católicos, além de tentar relacionar o assassínio de homossexuais à fé Católica(7).
    Diante de tantos ataques resta-nos apenas buscar meios de desviar nossas crianças e jovens dessa doutrinação que já penetrou até mesmo as escolas confessionais. A primeira saída, deve ocorrer no curto prazo, trata-se de manter-nos vigilantes em relação à educação dos nossos filhos e parentes em idade escolar, acompanhando-os em todas as disciplinas, a fim de se monitorar os conteúdos que estão sendo repassados aos mesmos. O segundo passo, requer num prazo mais extenso, a união dos cristãos em torno de um objetivo único: a criação de escolas comunitárias confessionais ou a implementação do homescholling, que inclusive pelas questões antes apresentadas, estão crescendo nos países mais desenvolvidos(8). O primeiro seria mais adequado à situação existente em nosso país. Por fim, existe ainda uma luta itinerante de todos nós que se configura na manifestação expressa contra quaisquer projetos de leis que tenham por fim a inclusão da ideologia de gênero e afins na educação brasileira, para isso, é necessário vigilância e constante oração pois como já demonstramos num artigo aqui neste blog, o outro lado não dorme!!!



REFERÊNCIAS
1. Aula do Padre Paulo Ricardo: Reação à crise Marxista
2.Origens do Sindicalismo no Brasil: http://www.sintet.ufu.br/sindicalismo.htm
4.Contra-revolução necessária ou a desordem e o extermínio de inocentes? - Alessandro Barreta Garcia
5.Blog Libertatum: Governo lança cartilha que estimula crianças de 09 a 10 anos a fazer sexo.
7.Questões polêmicas do Enem por ordem: 2013: questão 26 e 44; 2012: questão 22; 2011: questão 40; 2014: questão 41.
8.Homeschooling: http://ultimosegundo.ig.com.br/educacao/cresce-a-adesao-a-educacao-domiciliar-nos-estados-unidos/n1597354516094.html

sexta-feira, 17 de abril de 2015

A doutrina do Purgatório

O dogma do Purgatório é sem dúvida, um dos mais recorrentes entre os protestantes para acusar a Santa Igreja de deturpadora das escrituras. Já ouvi muitos líderes evangélicos afirmarem que esta doutrina foi inventada pela Igreja e não possui fundamentos, uma vez que as escrituras não fazem menção sobre o mesmo. Sem dúvida, essa argumentação é correta em afirmar que não existe nada implícito nas escrituras sobre o Purgatório, contudo, o entendimento dos mistérios da fé Católica requerem uma compreensão profunda, do qual nada se pode concluir a menos que consigamos meditar com fé na palavra, para descobrir que existe algo além do que está escrito explicitamente. Em outras palavras, não devemos nos apegar à “letra”, mas ao contexto e ao conteúdo do que as escrituras nos apresentam, é por isso que a nossa fé depende também do Sagrado Magistério. Segue abaixo a argumentação do protestante sobre este dogma
“5ª heresia: Purgatório Refutação: Mt 25.33-36, fala sobre os que irão para Deus. Mt 25.41-46, fala sobre os que irão para o inferno.Nota: Em nenhum lugar a bíblia fala sobre uma terceira alternativa.


Como sempre, a única base de fé para os protestantes é a Sagrada Escritura, no entanto, pode-se encontrar nessa mesma, várias citações que dão conta da existência deste dogma proclamado pela Santa Igreja, contudo, reafirmamos que não é possível entender os dogmas Católicos sem um estudo profundo que vai além da “letra”, pois o próprio apóstolo São Paulo afirma que a letra mata, mas os espírito vivífica (2 Cor 3,3-6). Em primeiro lugar, cabe explicar o conceito deste dogma. Segundo o Catecismo da Igreja (CIC 1030 a 1032), o Purgatório é o lugar para onde vão aqueles que apesar de morrerem em estado de graça, ainda não foram plenamente purificados. É local aonde se purgam (purificam, limpam, quitam) os pecados veniais cometidos, a fim de se chegar a Vida Eterna e plena com Deus.
Apesar do nome “Purgatório”, não estar presente na Sagrada Escritura, não significa que não exista. Observe-se por exemplo, esta passagem em Mateus 12,32:”E, se qualquer um disser alguma palavra contra o Filho do homem, ser-lhe-á perdoado, mas, se alguém falar contra o Espírito Santo, não lhe será perdoado, nem neste século nem no futuro”. Neste trecho, o Senhor afirma claramente que alguns pecados podem ser perdoados nessa vida (neste século), e outros após a morte (século futuro), exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo. Portanto, existe um indício nas sagradas escrituras, sobre este lugar de purificação, considerando que alguns pecados podem ser perdoados também após a morte.
Para contestar, esta afirmação, muitos protestantes se valem da argumentação de que Jesus ao falar em século vindouro, referia-se ao fato de que a blasfêmia contra o Espírito Santo não poderia ser perdoada em nenhum momento temporal, e para tanto, se valem da passagem paralela descrita em Marcos 3,28, para afirmar que TODOS os pecados serão perdoados, exceto a blasfêmia contra o Espírito Santo. Deve-se observar contudo, que a existência do Purgatório é a garantia de que todos os nossos pecados serão perdoados, em outras palavras, essa objeção do protestante reforça ainda mais a doutrina, uma vez que mesmo aqueles pecados pendentes após a morte, serão passíveis de absolvição.
Considerando os argumentos do protestante acima, vamos explicá-los com maiores detalhes. O primeiro texto (Mt 25,33-36), refere-se à passagem em que Jesus detalha a Parusia, ou seja, a sua segunda vinda para julgar os vivos e os mortos. A confusão do protestante, centra-se justamente na sua falta de aprofundamento sobre os dogmas católicos. A Santa Igreja, afirma que após a morte passamos por um juízo particular, quando seremos julgados por nossos atos, e então, a partir destes, enviados ao Céu se as obras forem boas; ao purgatório se morrermos com alguns pecados à serem purificados; ou ao Inferno se nossas obras não forem boas. A passagem utilizada pelo argumentador, refere-se ao Juízo Final, quando ocorrerá a segunda vinda de Cristo e o julgamento de todas as almas, estejam elas vivas ou mortas, por isso que a Igreja manifesta sempre o seu desejo de que os fiéis se convertam rápido, pois nunca saberemos quando o Senhor voltará (Mt 24,42). Portanto, essa passagem não descarta em nada a existência do purgatório. O último texto (Mt 25,41-46), também está na mesma linha do primeiro.
Outros textos também fazem referência a esse dogma: em Lucas (12,45-48), Jesus fala sobre o castigo do servo que conhece a palavra de Deus, mas não agiu conforme ela, este será acoitado várias vezes, ao passo que aquele que pecou sem conhecer a palavra o será poucas vezes, portanto, volta a reafirmar que existe uma pena diferente para cada caso após a morte, visto que o trecho acima não se trata do céu, aonde não haverá qualquer tipo de castigo. Deste modo, a argumentação do protestante acima, afirmando que não existe uma terceira alternativa está equivocada, justamente porque este interpreta a palavra segundo a sua própria concepção e não segundo um entendimento conjunto e aprofundado das escrituras.
Por fim, concluímos que apesar do nome “Purgatório”, não estar expresso explicitamente nas Sagradas Escrituras, é possível, através de evidências bem fundamentadas encontrar essa doutrina, em alguns detalhes presentes nas escrituras. Note-se mais uma vez, que o erro dos protestantes não se restringe somente à interpretação equivocada da palavra, mas sobretudo à falta de aprofundamento no entendimento desta. Que Deus nos dê força sempre para nos mantermos altaneiros na fé até o fim da vida, e rezemos sempre pela Igreja padecente (almas do purgatório), a fim de que elas alcancem o descanso eterno.

sábado, 11 de abril de 2015

Orai e vigiai, pois o outro lado não dorme!!


Iniciamos este artigo recordando uma importante passagem da paixão de Nosso Senhor Jesus, apesar de estarmos no tempo litúrgico da Páscoa. Durante a noite da agonia de Nosso Senhor, o mesmo se retirou com alguns de seus apóstolos para rezar (Mt 26,36-40). Chegando ao local, procurou um lugar para rezar sozinho,porém, ao retornar, encontra os discípulos dormindo, diante dos quais profere a seguintes palavras: “vigiai e orai para que não entreis em tentação. O espírito está pronto, mas a carne é fraca”. As palavras e o contexto desse fato, se aplicam diretamente ao momento que vivemos.
Essa passagem, se atualizada para os nossos dias, demonstra o quanto precisamos nos atentar às situações de afronta aos nossos valores, que estão sendo dilapidados cada dia mais rapidamente. Enquanto os discípulos dormiam, Jesus mantinha-se acordado buscando vencer aquele momento de angústia que o levou à dizer que o espírito estava pronto, mas a carne ainda não. Esta situação apresentada pelo evangelista, cabe adequadamente ao momento que vivemos. Enquanto alguns que se dizem cristãos, sequer se dão ao trabalho fazer uma oração ou estudar as escrituras, do outro lado, os inimigos se preparam durante 24 horas para aplicar cuidadosamente um golpe sobre os nossos valores.
Em outro artigo aqui deste blog, já expomos que a implantação da cultura da morte em um país tido como “conservador”, requer ações paulatinas e pontuais, levadas a cabo através da imposição de eufemismos nas leis. Assim ocorreu com a famigerada lei “Cavalo de Tróia”, que abriu brechas para a legalização de abortos no país, pagos com dinheiro público. Era também de se esperar que os promotores da cultura da morte não ficassem restritos a esta questão, e assim sucedeu no último dia 12/03 com a publicação de uma resolução no Diário Oficial da União, que garante o acesso de alunos de escolas públicas e particulares aos banheiros destes estabelecimentos, segundo a sua “identidade de gênero”. Apesar de não ter força de lei, tal resolução dá respaldo para que as escolas possam optar por essa ação.
Diante disso, as consequências serão nefastas, não somente pelo fato de impor “guela abaixo” a alteração de valores na sociedade, mas também pelo constrangimento ao qual muitos jovens ficarão expostos. Imagine se por exemplo, um rapaz que num determinado momento decida ao acordar, adotar um “gênero” diferente e utilizar o banheiro feminino? Pela força deste decreto ele poderá agir assim, e por mais que se afirme o contrário, ele estará agindo de acordo com a lei.Será que os propositores deste decreto não conseguem notar que haverá um grande constrangimento das pessoas que serão obrigadas a viver com essa realidade. E pior ainda, imagine se de repente o rapaz que adotou um “gênero” diferente resolva retornar ao “gênero” anterior naquele momento e abusar da sua liberdade contra as jovens que estão utilizando o espaço no momento? Antes de mais nada, observemos essa evidência para comprovar o que argumentamos anteriormente: A Suécia foi uma das nações pioneiras a implantar políticas deste tipo de banheiro1, e note-se que as taxas de estupros aumentam consideravelmente2, este fato pode explicar em parte os aumentos nesta variável, além de muitas outras que estão influenciando o aumento do crime no país.
Apesar disso tudo, a luta silenciosa para destruir os valores da sociedade brasileira não para por aí. No final do ano passado, por pouco o aborto não foi totalmente legalizado no país por ocasião do relatório do Novo Código Penal. Tentaram passar o texto às pressas, dando-se um prazo de apenas dois dias para que fossem apresentadas emendas ao mesmo. Vale lembrar que naquela oportunidade, os próprios parlamentaras afirmaram que o texto do Novo Código possuía dimensões amazônicas3. Graças às manifestações dos cristãos no Brasil inteiro, e em tempo hábil, houve recuo na proposição.
Os fatos antes apresentados mostram que não podemos ficar dormindo como os discípulos naquele noite em que Nosso Senhor Jesus sentia suas angústias de morte. Devemos além de uma vida pastoral, também procurar nos manter informados sobre os acontecimentos que podem afetar os nossos valores no dia a dia. Enquanto muitos se dedicam unicamente às pastorais, outros estão alertas e vigilantes, buscando a cada dia, novas formas de introduzir sorrateiramente leis e decretos para destruir os valores que construíram a nossa sociedade. Uma vida de oração e inteira vigília é o que o Senhor nos pede, ainda mais nesse momento em que as forças do mal avançam sobre a terra.

Que Deus nos ajude, à manter-nos firmes a constantes na fé



REFERÊNCIAS

sexta-feira, 20 de março de 2015

Como o socialismo gramsciano está destruindo a Civilização Ocidental II – A Revolução Sexual


Nos últimos anos temos observado mudanças drásticas no comportamento da população brasileira. Casamentos desfeitos com rapidez, adolescentes entrando cada vez mais precocemente na vida sexual, banalização das relações afetivas e acesso fácil a filmes explícitos. Gradativamente, a sociedade mundial se abriu para a sexualidade desvinculada do casamento, e quotidianamente, as pessoas hoje mais parecem agir como animais no cio do que como seres racionais. Assim como o feminismo e a ideologia de gênero, também a revolução sexual contribui significativamente para o avanço da cultura da morte no mundo através da desagregação familiar. Neste artigo, vamos apresentar o desenvolvimento desta revolução, suas consequências sobre a vida das pessoas, e a sua raiz marxista.
No outro artigo desta série, destacamos que a doutrinação marxista segundo Gramsci, deveria ser feita através de um trabalho gradual de mudança na cultura da própria sociedade e não através da luta armada. Seus representantes deveriam adotar estratégias ideológicas precisas, alterando o comportamento hegemônico, a fim de que as pessoas pudessem aceitar o socialismo naturalmente. As mudanças na sexualidade já podem ser notadas. Um movimento que surgiu na década de 60 contribuiu muito para que houvesse esta alteração de mentalidade ocidental. Tendo o sexo livre como bandeira principal, advogavam contra a castidade e o matrimônio, considerando estes como produtos da opressão aos sentimentos naturais. Segundo seus seguidores, era necessária a “libertação” do corpo movido pela moral do sistema “opressor” capitalista. Seu principal lema era “paz e amor”, não-violência e sexo livre.
O movimento hippie que descrevemos acima, possuí raízes marxistas, porém, com caraterísticas mais próximas daquilo que Gramsci pregava. Eram contra o capitalismo, a propriedade privada e a delimitação de fronteiras. Defendiam os prazeres sem limites por considerarem o paraíso como sendo o momento presente e nada mais além (Paradise Now). Criticavam a abstinência, a castidade, o ascese e o controle sobre concupiscível, típicos da vida cristã, defendiam liberdade sexual e advogavam por relações abertas e pelas práticas hedonistas que não se limitavam apenas à busca do prazer sexual mas também através do uso de drogas e alucinógenos.
Por não acreditarem na existência de um Deus, buscavam viver independente de regras, este aspecto em especial fomentou a rebeldia de muitos filhos que em busca de uma pseudo-liberdade, deixavam suas famílias e lares para se juntarem ao grupo dos “descolados”. Em busca do prazer momentâneo, pautado sobretudo na descrença da vida eterna, se entregavam aos vícios unindo-se às comunidades separadas e vivendo de bens produzidos artesanalmente. Nessa época, muitos artistas se integraram a este modo de vida, expressando suas ideologias através de músicas no ritmo do Rock. Neste momento surge um lema famoso que atravessou épocas: sexo, drogas e rock and roll. Muitos até hoje, apreciam as músicas com os lemas oriundos destes grupos e sequer se dão conta das ideologias por trás das mesmas, é o que ouvi pouco tempo atrás em uma rádio de músicas sertanejas, com comentários sobre a vida de John Lennon. Não há nada de errado na defesa da paz, o grande problema é o que está por de traz desta defesa, ou seja, uma “paz sem Deus”, conforme defendiam os componentes do movimento. Este jargão inclusive, tornou-se uma insígnia da época. Mas diante de tudo isso perguntamos: é possível que exista uma paz sem Deus?
O mundo contemporâneo aprendeu bem como agir em busca do prazer, mas apesar da suposta “liberdade” oferecida em nossos dias é cada vez mais crescente o número de pessoas infelizes. Isso acontece porque imerso num mundo materialista e cegados pela engenharia social existente, as pessoas não conseguem compreender a essência humana, composta de uma carne que nos liga ao mundo e uma alma que liga o homem a Deus.
Santo Agostinho, em sua obra Cidade de Deus, afirma que o gênero humano vive sob a ordem de dois mundos: um mundo voltado para as preocupações temporais, e movidos então pela carne (Cidade dos homens) e outro dado à vida espiritual e portanto, voltada para Deus (Cidade de Deus). Quando o homem se concentra no primeiro mundo, se afasta das coisas de Deus e passa á viver em função da carne, porém, quando se concentra do segundo mundo, aproxima-se de Deus, e por consequência, sua mente e sua alma se elevam para a sabedoria divina. O principal problema de nossos tempos é o excesso de valor que o homem contemporâneo tem dado ao sentido carnal de sua existência. Os prazeres momentâneos não conseguem preencher aquilo de que a alma necessita, este fato em especial tende a causar uma série de sofrimentos que tem levado nossos jovens cada vez mais a seguir o caminho escuro, cujo fim é o suicídio.
Os valores cristãos da castidade, do matrimônio e das relações sexuais naturais (métodos billings e outros que excluem o uso de contraceptivos) estão sendo gradativamente destruídos. Basta ver como a mídia banaliza estas virtudes através de novelas e outros programas lascivos que pasmem eu, estão sendo apresentados em horário nobre, à vista das crianças. Graças à cultura da morte e o abandono das relações para com Deus, observa-se que até mesmo dentro da Igreja os jovens não procuram o casamento. Certo dia, numa cerimônia de crisma realizada na Paróquia em que participo, o Bispo que presidia aquela missa, pediu que levantassem a mão aqueles que pretendiam se casar futuramente, e para minha surpresa, nenhum jovem levantou a mão. Este fato mostra como o mal da revolução sexual já atingiu os jovens dentro da nossa própria Igreja.
É cada vez maior o número de pessoas frustradas, exatamente porque ainda não encontraram a resposta que buscam para suas almas. A revolução sexual acabou com todas as saídas, basta entrar num site para abrir o e-mail que na página inicial aparecem imagens e palavras de apoio às relações sexuais desregradas. Tudo aquilo que cultura Hippie pregava na década de 60 ainda ecoa de maneira forte em nossos dias. Então o que fazer perante esta situação??? Retomar o que a cultura da morte destruiu, ou seja, voltar à castidade e à procura da Cidade de Deus através dos sacramentos e principalmente, via trabalhos pastorais na comunidade para ocupar a cabeça com os bens celestes, diante da pornografia aberta em todos os lugares. Além disso, é sempre importante ter uma conversa franca e diálogo constante com os filhos a fim de instruí-los no caminho da verdade e da castidade.

Santa Agueda, Virgem e Mártir, rogai por nós na luta contra a revolução sexual 

REFERÊNCIAS
Santo Agostinho, Cidade de Deus. 2 Edição. Fundação Calouste Gulbenkian
Infoescola, Cultura:Hippies. www.infoescola.com/cultura/hippies/
Espaço acadêmico, O marxismo Gramsciano: política e liberdade. www.espacoacademico.com.br/083/83protasio.htm

sexta-feira, 13 de março de 2015

O Batismo de crianças pela Igreja Católica


Mais uma acusação de heresia extraída do blog Resistência Católica, para nos ajudar na formação deste artigo. Segue abaixo o questionamento levantado.
2ª heresia: Batismo de criançaRefutação: Mt 3.1-12, o texto diz que o BATISMO, deve ser para o ARREPENDIMENTO!Nota: Pode um bebezinho ainda no “colo” dos pais, se arrepender de algo?

Uma das questões mais recorrentes entre os protestantes para tentar desmoralizar os dogmas católicos, é afirmar que a Igreja comete erros ao batizar crianças visto que estas não possuem o discernimento necessário para decidir o caminho a escolher. Além disso, procuram questionar (como sempre), quais seriam as bases bíblicas para este ato da Igreja. Argumentam ainda, que o respaldo para o batismo de adultos, encontra-se na passagem do batismo de Jesus, alegando que este recebeu o sacramento somente aos 33 anos. Neste artigo, vamos demonstrar com argumentos teológicos e filosóficos esta afirmativa que gera tantos questionamentos, iniciando com a explanação sobre o significado do batismo segundo a fé católica, passando posteriormente pela análise das escrituras e os fundamentos lógicos deste ato.
Muito bem, deve-se antes de tudo, explicar o significado do batismo para a Igreja. O batismo, consagra e estabelece oficialmente o ingresso da pessoa na vida cristã com o perdão do pecado original e admissão no reino de Deus. É simultaneamente, a transição para uma vida de conversão tal como pregada por São João Batista nos tempos de Jesus e um chamamento para a missão segundo a palavra de Deus encarnada, ou seja, o próprio Jesus (Mt 3,17). Pelo batismo somos incorporados ao reino de Deus, somos adotados por este e diante do seu altar nos comprometemos pessoalmente ou através de pais e padrinhos a trabalhar pela construção deste reino, assim afirma o Sagrado Magistério através do Catecismo da Igreja (CIC § 1267 a§ 1271).
A partir de agora já podemos passar para a análise mais aprofundada desta questão. Vamos apresentar inicialmente, nossa argumentação com base nas Sagradas Escrituras, apesar de mais uma vez reforçar que os dogmas católicos estão fundamentados numa união tríplice que contempla as Sagradas Escrituras, Sagrada Tradição e o Sagrado Magistério, ou seja, vamos utilizar nesse primeiro momento apenas as passagens da bíblia para fundamentar este ensaio. Cabe observar que não existe qualquer passagem bíblica que defina a idade mínima para o batismo. Na verdade, o primeiro batismo efetivamente cristão foi o que o próprio Cristo recebeu de São João Batista às margens do Jordão (Mateus 3). Nesse momento inaugura-se por assim dizer, este sacramento de forma genuinamente cristã. Desde então, Deus abriu a porta para a nova vida em cristo, marcando com seu batismo essa entrada.
Ao longo de sua vida pública, Jesus convocou e “treinou” por assim dizer, algumas pessoas a fim de que estas pudessem dar continuidade à missão de evangelização e levar a verdade a todas as nações. Antes de sua ascensão, Ele oficializou essa missão: “Ide e fazei discípulos meus todas as nações batizando-as em nome do Pai, do Filho e do Espírito Santo” (Mt 28,19), portanto, foi o próprio Jesus que ordenou o batismo com a invocação à Santíssima Trindade. Como os discípulos, foram as primeiras testemunhas da palavra e a eles foi dada a missão de fundar a Igreja de Cristo, assim também é por eles e seus sucessores que deve acontecer o batismo efetivo tal qual desejado por Nosso Senhor. Ocorre, então que apenas o batismo Católico possui efetividade, uma vez que vêm dos próprios apóstolos, e não de uma seita criada a partir do Século XVI que modificou o rito praticado a mais de 1.500 anos.
Um segundo ponto à ser analisado sobre as escrituras, nesse sentido, é que apesar de não haver qualquer ordenação bíblica sobre a idade mínima para o sacramento batismal, algumas evidências nos levam a crer que todos devem ser admitidos no reino independente da idade. Por exemplo, na passagem descrita em Atos 10,44-48, observa-se que após a descida do Espírito Santo sobre o centurião Cornélio, toda a sua família foi batizada, ou seja, não há qualquer menção sobre a restrição com relação à idade dos que foram batizados. Um segundo ponto à ser observado, é que este fato não isenta a responsabilidade dos pais em batizarem seus filhos recém-nascidos, na verdade, as crianças devem desde cedo receber este sacramento para que sejam libertos do pecado original, e para que possam ser admitidos na família de Deus que é a Igreja, pois o próprio Jesus ordenou que as crianças viessem até ele (Lc 18,16).
Na tradição judaica, 8 dias após o nascimento, as crianças do sexo masculino recebiam a admissão oficial ao povo de Deus através da circuncisão e apresentação no templo. Segundo a antiga aliança, o sinal da comunhão com Deus se dava na carne, porém, com a paixão de Jesus o sinal da aliança na carne, passou a ser marcado pela crucificação de Nosso Senhor. A admissão ao povo agora não depende mais da circuncisão, mas da conversão e purificação do pecado original pela água, tal como no dilúvio. A tradição judaica admitia portanto, as crianças nos seus primeiros dias de vida ao povo de Deus e porque hoje teria de ser diferente? Se utilizarmos a passagem do batismo de Jesus ao pé da letra para determinar a idade mínima deste sacramento, seria necessário que todas as crianças cristãs fossem circuncidadas no oitavo dia de vida e aos 33 anos (se sobrevivessem até lá) batizadas.
Se nos primeiros dias de sua vida, as crianças não possuem o conhecimento necessário para se submeterem ao batismo, sua promessa de conversão e missão podem ser feitas pela boca dos pais e padrinhos que depois serão os responsáveis pela condução deste filho na vida cristã. Acaso uma mãe de um recém-nascido, quando este chora de fome, aguarda a chegada deste filho à maturidade para que o mesmo possa discernir quais alimentos os serão necessários? O mesmo raciocínio é valido para as crianças que serão batizadas, o tempo de escolha ocorrerá de fato até que este seja confirmado pelo sacramento da crisma, mas este assunto será tratado em outro post. Por ora, vale entender que a Igreja sempre batizou as crianças pois conhece a necessidade da purificação destas do pecado original e de sua formação católica ao longo da vida com auxílio dos pais e padrinhos.

sábado, 7 de março de 2015

A Religião como centro da sociedade


   Alguns dias atrás, durante um curso para o meu trabalho, me deparei com alguns colegas cujas ideologias são fortemente enraizadas no marxismo, conversando sobre a influência da Igreja Católica na sociedade. Afirmavam que a Igreja possui poder de influência e dinheiro para promover seus propósitos, visto que estava presente em todas as cidades, desde as pequenas até as maiores. Nesta elucubração, lembravam que em cada cidade a Igreja situava-se estrategicamente no centro, e sendo assim, sua capacidade de influenciar se dava de maneira silenciosa mas sempre presente. Esta conversa me fez também pensar, quão difícil é, para os materialistas, identificar os benefícios promovidos pelo transcendente papel da religião. Em suma, o marxismo trouxe uma série de malefícios ao pensamento humano, sendo o déficit intelectual o mais proeminente deles, principalmente quando se trata de compreender os fenômenos que ultrapassam a matéria.
   É óbvio que na situação em que nos encontramos, seja difícil para qualquer um conseguir notar algo de bom além daquilo que os olhos veem, esta tarefa é ainda mais complexa para os materialistas. Acredito que assim como estes colegas, muitos não conseguem compreender que a construção da sociedade Ocidental através dos tempos, se deve em grande parte, às ações diretas da Igreja Católica. Antigamente, qualquer governante que se prezasse, antes de propor alguma outra ação dentro do seu território, deveria consagrar a Deus seu povo e suas terras, visto compreender serem estas uma dádiva entregue a sua responsabilidade, além disso, a presença de capelas no centro das cidades deve-se também ao trabalho de orientação espiritual indispensável aos fiéis. Para aqueles que tem um contato presente com a religião isto parece ser óbvio, mas não o é para as pessoas que se limitam a acreditar tão meramente nas informações que os sentidos oferecem.
   São poucos nestes dias, os capazes de identificar os benefícios que a Igreja Católica trouxe à sociedade. Ao longo de sua história, muito foi feito em prol da humanidade, ainda que se fechem os olhos à esta realidade. Neste momento, vamos nos ater apenas a dois exemplos fundamentais que marcaram a história. A origem das Universidades na Idade Média, por exemplo, deve-se ao surgimento de classes vinculadas aos conventos e catedrais, e ao contrário do que se ensina nas escolas de hoje, prevalecia o livre debate e a proteção dos alunos contra quaisquer tipos de abusos (basta ver os conteúdos de uma Suma Teológica). Apesar da participação simultânea do Estado na educação, sabe-se a maioria das universidades de renome que hoje conhecemos surgiram graças à Igreja; dois grandes exemplos são as universidades de Oxford e Paris. Outro grande exemplo, foram as artes e a arquitetura, que até hoje estão presentes nas grandes catedrais. Ao contrário das artes modernas, nas quais dificilmente encontram-se traços lógicos, a arquitetura medieval, bem como as artes renascentistas, sempre apresentaram uma sequência, um fundamento em cada um detalhe de suas obras. O professor e historiador Thomas Woods, apresenta estas informações com grandes detalhes no seu livro intitulado: Como a Igreja Católica Construiu a Civilização Ocidental.
   Se para alguns é mais útil reconhecer as benesses que a Igreja promove até hoje na humanidade, para outros é mais fácil criticar e nada fazer para o bem do próximo. A construção de uma Igreja no centro de uma cidade ou uma simples capela em um prédio público ou privado, revela a importância e a centralidade da fé daquele que foi responsável pela sua construção. A Igreja foi a grande responsável pela formação moral da civilização ocidental, não fosse o árduo trabalho de evangelização de tantos desde muito tempo, hoje ainda estaríamos vendo “espetáculos” de assassínios em arenas como era comum nos primeiros séculos da era cristã. Basta ver quão diferente é a sociedade oriental hoje dominada pela cultura islâmica.
   Nossa cultura está cada vez mais voltada para o material e isso não é um fato que inédito, pois o Papa Pio XII em uma de suas radiomensagens de natal já alertava que o desenvolvimento técnico havia colocado "o homem em condição desfavorável para procurar, ver e aceitar as verdades e os bens sobrenaturais". Em outras palavras, as pessoas se encontram num estágio de deslumbramento com as maravilhas do mundo moderno, e pouco a pouco abandonam o criador. Essa mensagem parece ecoar em nossos dias. Cada vez mais, os discursos materialistas ganham espaço e se levantam contra aquela que foi responsável pela formação da cultura ocidental com todas as suas benesses. 

sexta-feira, 27 de fevereiro de 2015

O martírio dos cristãos Orientais e a indiferença dos Católicos Ocidentais


Poucos dias atrás, recebemos a triste notícia do massacre a 21 cristãos coptas no continente africano pelo grupo radical islâmico ISIS. Tal fato, pouco noticiado pela mídia, também não fez eco nos meios cristãos. As cenas bárbaras deste genocídio, estão disponíveis integralmente na internet. Apesar disso tudo, aqui no Ocidente, aonde esse tipo de perseguição ainda não chegou, se observa uma atmosfera de indiferença, não somente por este fato, mas sobretudo pela negligência dos cristãos católicos em relação ao período quaresmal. Cinemas lotados atraem multidão de pessoas (entre elas aquelas que se dizem cristãs), que aguardam ansiosamente nas filas de cinema, as sessões de um filme de cunho pornográfico e sádico.
Estes dois fatos isolados mostram, e comprovam que a cultura cristã ocidental está sofrendo um grande declínio. Não fosse a força da Igreja de Cristo, as perseguições islâmicas hoje já teriam alcançado até mesmo o nosso país. Aqui a corrosão se dá de outra maneira, mas não menos promissora do que aquela do mundo oriental, a grande diferença encontra-se apenas num único fato: aconivência. Se lá, os irmãos preferem derramar seu sangue à se converter a uma doutrina estranha, aqui eles a acatam espontaneamente, sem necessidade de armas ou ameaça física, mas pelo desleixo e pelo modismo mesmo.
É triste notar que cada vez mais, os católicos ocidentais se tornam tíbios e pouco comprometidos com a união de sua Igreja. Até mesmo alguns padres estão sendo negligentes nessa matéria deixando seus fiéis seguirem o rumo do mundo. Poucos dias atrás, em um grupo de whatsapp da Igreja, observei que uma moça convidara o sacerdote para assistir o filme acima citado. Ao ler o convite, questionei a irmã se ela sabia que o conteúdo do filme era pornográfico e sádico. Aproveitei também para alertá-la que estávamos na quaresma e que tal ato seria um desagravo ao Nosso Senhor Jesus. Qual não foi o meu espanto quando o sacerdote convidado tão prontamente respondeu que não há nada de errado em assistir, mas sim no que fazer depois do filme. Para finalizar,argumentou que algumas novelas conseguem ser mais pornográficas que este filme. O que se esperar, se até mesmo espíritas e evangélicos estão se declarando contra este filme e um padre não orienta seus fiéis do contrário?
O que chama a atenção, é ver sobretudo a falta de respeito com o período que é propício á conversão. No exato momento em que a Igreja do Brasil entra nesse período de penitência para a conversão, eis que surge mais uma armadilha de satanás para fazer cair os mais incautos. O grande problema é que tal como no paraíso temos as duas opções: ou comemos do fruto da árvore proibida ou não comemos, ou vamos assistir esse filme ou não vamos, as consequências depois deverão ser acertadas com Deus, fato é que todos deveriam aproveitar para fazer um jejum dessas bobagens na quaresma para voltar nossos corações a Deus.
Mais triste que isso, é notar que para filmes edificantes como Irmã Dulce e Blood Money, ninguém fez questão de ir aos cinemas.Não podemos seguir a Deus e ao mundo, pois amaremos mais a um do que outro. Deus deve ser a nossa escolha, mas será que os que se dizem católicos aqui no ocidente teriam a mesma coragem dos nossos irmãos coptas, que mesmo diante da escolha entre a vida e uma morte cruel preferiram esta última em nome de Cristo? Pelo visto, acredito que não, pois os cristãos de cá já se entregaram aos prazeres do mundo ocidental e estão abandonando Deus gradativamente. Resta-nos apenas rezar pelos católicoslight e pelos padres modernistas. Que Deus proteja a nossa civilização construída pela igreja e pelo sangue de tantos mártires.

Uma Santa a abençoada quaresma para todos!!

Santo Estevão, Rogai por nós